- De que vale a cena de cinema um dia sonhada se com o figurino errado?
-"Figurino errado?"
- Então, não vês?
Pára e procura as palavras correctas que a sustentem nesta teoria.
- Não? - insiste ela.
- Repara, se o filme é teu, se és inclusive autora e dona da própria história, diz-me: porque irias então escrever a história "errada"? Diz-me também se acreditas no que disseste.
Ela nada pronuncia, encolhe os ombros e é absorvida pelo silêncio.
- Nada temas. - acrescenta - Mesmo quando falhas estás a caminhar em frente, sabes bem disso.
- Será que realmente estou?
- Olha para trás e diz-me tu.
Antes que ela pudesse reagir, levou o braço ao ombro dela, apertou-o suavemente e olhou-a com ternura e firmeza.
- Vive, caralho!
Sorriu-lhe, deu dois beijos na face e preparou-se para ir embora.
- Obrigado! - disse quando ele estaria já a abrir a porta.
Sem interromper o movimento de sair pela porta, volta-se e acrescenta amigavelmente - "Ora, ambos sabemos que eu não fiz rigorosamente nada. Beijo." - fechando de seguida a porta.
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quinta-feira, abril 01, 2010
quarta-feira, março 31, 2010
Amigas Vs Amigos - "panadinhos"
Os meus amigos... porque é que eu gosto tanto de falar com eles???
Porque são tão... ora vejam...
... diz (23:59):
mas andamento de uma semana nao e o mm que andamento de um ano
mas voces mulheres nao sao mt boas a fazer panadinhos
XanitZ diz (0:01):
panadinhos???
... diz (0:01):
panadinhos e do genero
... diz (0:02):
pana de um lado, pana do outro e sai fora antes que estorique
(eu aqui não me aguentei e tive que rir mesmo muito...)
Bandidos... tão sempre certos!!
O que se quer reter e que seja minimamente útil ou didáctico:
"Os homens são de facto melhores cozinheiros"... e depois desta não há quem me convença do contrário! :)
Porque são tão... ora vejam...
... diz (23:59):
mas andamento de uma semana nao e o mm que andamento de um ano
mas voces mulheres nao sao mt boas a fazer panadinhos
XanitZ diz (0:01):
panadinhos???
... diz (0:01):
panadinhos e do genero
... diz (0:02):
pana de um lado, pana do outro e sai fora antes que estorique
(eu aqui não me aguentei e tive que rir mesmo muito...)
Bandidos... tão sempre certos!!
O que se quer reter e que seja minimamente útil ou didáctico:
"Os homens são de facto melhores cozinheiros"... e depois desta não há quem me convença do contrário! :)
quarta-feira, março 24, 2010
Protect me from what I want
Tenho algo mágico que puxa por mim... Mas já o referi anteriormente e não é a questão de hoje.
Hoje confessei-te, no meio de mais uns dos nossos súbitos desabafos:
- Não sei o que quero!
- Porquê? Tens medo do quê?
Entretanto comecei a conduzir. Também eram já 21:30...
E agora... agora confesso que nem na altura nem agora encontro uma resposta aceitável, lógica ou até mesmo compreensível.
Também me deixou a pensar uma parte anterior da conversa... Neste momento conseguiste pôr-me a olhar para mim mesma, através do exterior, numa perspectiva crítica. E estou, confesso outra vez, a tentar compreender se gosto de todo ou não do que vejo...
Descobri parte da resposta e ainda estou a digeri-la. Esta será provavelmente a "boa" notícia.
Por isso, e como se estivéssemos ainda encostados aquele carro branco, rodo a cabeça para o meu lado esquerdo, onde tu estás, e elevando o olhar em direcção ao teu, esboço um sorriso. (Deverás ler aqui o meu sincero "obrigado... mais uma vez!".)
Esta música ajudou-me... Entenderás certamente!
It's the disease of the age
It's the disease that we crave
Alone at the end of the rave
We catch the last bus home
Corporate America wakes
Coffee republic and cakes
We open the latch on the gate
Of the hole that we call our home
Protect me from what I want...
Protect me protect me
Maybe we're victims of fate
Remember when we'd celebrate
We'd drink and get high until late
And now we're all alone
Wedding bells ain't gonna chime
With both of us guilty of crime
And both of us sentenced to time
And now we're all alone
Protect me from what I want...
Protect me protect me
Protect me from what I want...
Protect me protect me
Protect me from what I want...
Protect me protect me
Protect me from what I want...
Protect me protect me
Hoje confessei-te, no meio de mais uns dos nossos súbitos desabafos:
- Não sei o que quero!
- Porquê? Tens medo do quê?
Entretanto comecei a conduzir. Também eram já 21:30...
E agora... agora confesso que nem na altura nem agora encontro uma resposta aceitável, lógica ou até mesmo compreensível.
Também me deixou a pensar uma parte anterior da conversa... Neste momento conseguiste pôr-me a olhar para mim mesma, através do exterior, numa perspectiva crítica. E estou, confesso outra vez, a tentar compreender se gosto de todo ou não do que vejo...
Descobri parte da resposta e ainda estou a digeri-la. Esta será provavelmente a "boa" notícia.
Por isso, e como se estivéssemos ainda encostados aquele carro branco, rodo a cabeça para o meu lado esquerdo, onde tu estás, e elevando o olhar em direcção ao teu, esboço um sorriso. (Deverás ler aqui o meu sincero "obrigado... mais uma vez!".)
Esta música ajudou-me... Entenderás certamente!
It's the disease of the age
It's the disease that we crave
Alone at the end of the rave
We catch the last bus home
Corporate America wakes
Coffee republic and cakes
We open the latch on the gate
Of the hole that we call our home
Protect me from what I want...
Protect me protect me
Maybe we're victims of fate
Remember when we'd celebrate
We'd drink and get high until late
And now we're all alone
Wedding bells ain't gonna chime
With both of us guilty of crime
And both of us sentenced to time
And now we're all alone
Protect me from what I want...
Protect me protect me
Protect me from what I want...
Protect me protect me
Protect me from what I want...
Protect me protect me
Protect me from what I want...
Protect me protect me
segunda-feira, fevereiro 22, 2010
"vapt vupt"
"Pertencem a 2 mundos opostos.
Cruzaram-se no acaso
Atraíram-se
Envolveram-se genuinamente...
... e nunca mais se falaram!"
Cruzaram-se no acaso
Atraíram-se
Envolveram-se genuinamente...
... e nunca mais se falaram!"
Histórias que constantemente ouvimos ou até mesmo já vivemos.
Agora, também pergunto, quem disse que os opostos se atraem?
Esta música em particular, que eu adoro, remete-me a uma descrição visual idêntica a um episódio que vivi e que me está bem presente na memória... Relembrado unicamente num desabafo de uma pessoa que me é próxima, que está actualmente nesse mesmo ponto.
Para MIM, para TI e para TODOS os que se encontram ou se identificam nas palavras /entre-linhas do que escrevi... fica uma música! E que música!
You look good in leather in bars,
Breaking things, breaking hearts.
You look good in pleasure, in hotels.
Loneliness is the key to break that spell.
I am terrified, I think too much,
I get emotional when I drink too much,
I buy every cry, cause I don't trust,
I am terrified, I think too much.
In your blood, the fetish
The prize of a million teasing moments blind
Will release you from the circus, the railway
But the gravity between us will keep us safe
I am terrified, I think too much,
I get emotional when I drink too much,
I buy every cry, cause I don't trust,
I am terrified!
I am terrified, I think too much,
I get emotional when I drink too much,
I buy every cry, cause I don't trust,
I am terrified!
I am terrified!
I am terrified!
Cause I drink too much,
Cause I drank too much!
Agora, também pergunto, quem disse que os opostos se atraem?
Esta música em particular, que eu adoro, remete-me a uma descrição visual idêntica a um episódio que vivi e que me está bem presente na memória... Relembrado unicamente num desabafo de uma pessoa que me é próxima, que está actualmente nesse mesmo ponto.
Para MIM, para TI e para TODOS os que se encontram ou se identificam nas palavras /entre-linhas do que escrevi... fica uma música! E que música!
You look good in leather in bars,
Breaking things, breaking hearts.
You look good in pleasure, in hotels.
Loneliness is the key to break that spell.
I am terrified, I think too much,
I get emotional when I drink too much,
I buy every cry, cause I don't trust,
I am terrified, I think too much.
In your blood, the fetish
The prize of a million teasing moments blind
Will release you from the circus, the railway
But the gravity between us will keep us safe
I am terrified, I think too much,
I get emotional when I drink too much,
I buy every cry, cause I don't trust,
I am terrified!
I am terrified, I think too much,
I get emotional when I drink too much,
I buy every cry, cause I don't trust,
I am terrified!
I am terrified!
I am terrified!
Cause I drink too much,
Cause I drank too much!
ps - particularmente, mando esta música directamente para "ti", sem que o saibas ou que algum dia a recebas... é-me apenas suficiente a intenção!
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Pensamentos
quarta-feira, dezembro 30, 2009
"Se te dissesse que...
... és a pessoa constantemente ausente que mais presente está na minha vida... acreditavas?"
Hoje falei-te como não falava faz já algum tempo.
Temos, sempre tivemos, este nosso relacionamento saudável e questionável pela realidade.
Chamo-te meu psicólogo quando decerto nunca o serás - "Gosto demais de ti para ser teu psicólogo" disseste-me uma vez... e eticamente tal pratica seria inexequível. Porém, és tu quem procuro! Ainda que tenha o meu leque de amigos, e já aconteceu ter também um companheiro, existiu sempre aquela necessidade de seres tu a "minha pessoa" em determinadas situações (e foste!).
Procuro-te em muitas pessoas que conheço e vou conhecendo... sem qualquer margem para o sucesso. Tal é a admiração e cumplicidade que creio apenas serem possíveis e consequentes do contexto em que estamos os dois inseridos. Não conseguimos até hoje encontrar outra justificação... pelo que é este o fundamento da nossa história :)
Somos duas pessoas que eu arrisco dizer uma "água" e outra "vinho", sem mistura possível, mas cujas experiências se complementam. Somos algo desse género onde só me ocorre agora o termo "juntar o útil ao agradável"... hm!
Sim, dei por mim sentada em frente ao portátil, sorridente e nostálgica, a pensar nisto! Enfim, coisas...
Quero dizer-te, uma vez mais, que insisto que permaneças aí! Longe e ao mesmo tempo próximo, intangível e praticamente virtual!
Quero dizer-te, provavelmente pela primeira vez, que existe aqui dentro um lugarzinho que apenas é teu e insubstituível.
A quem lê isto, quero apenas dizer que isto será certamente apenas uma das melhores demonstrações de afecto por uma pessoa que faz a diferença na minha vida por ser simplesmente meu amigo ou indo mais longe, "a minha pessoa" :)
E isto não tem um pingo de sentimentalismo ou coisa equivalente... hahahah, just in case!
Obrigado Driven :)
Para nós - e passando sempre pela música - remember this? :)
Adoro... A música tem o poder de uma confidencialidade extrema, contudo, esta em particular, na parte do "Here's one to you, for walking in my shoes" não há margem para erro na interpretação!
Hoje falei-te como não falava faz já algum tempo.
Temos, sempre tivemos, este nosso relacionamento saudável e questionável pela realidade.
Chamo-te meu psicólogo quando decerto nunca o serás - "Gosto demais de ti para ser teu psicólogo" disseste-me uma vez... e eticamente tal pratica seria inexequível. Porém, és tu quem procuro! Ainda que tenha o meu leque de amigos, e já aconteceu ter também um companheiro, existiu sempre aquela necessidade de seres tu a "minha pessoa" em determinadas situações (e foste!).
Procuro-te em muitas pessoas que conheço e vou conhecendo... sem qualquer margem para o sucesso. Tal é a admiração e cumplicidade que creio apenas serem possíveis e consequentes do contexto em que estamos os dois inseridos. Não conseguimos até hoje encontrar outra justificação... pelo que é este o fundamento da nossa história :)
Somos duas pessoas que eu arrisco dizer uma "água" e outra "vinho", sem mistura possível, mas cujas experiências se complementam. Somos algo desse género onde só me ocorre agora o termo "juntar o útil ao agradável"... hm!
Sim, dei por mim sentada em frente ao portátil, sorridente e nostálgica, a pensar nisto! Enfim, coisas...
Quero dizer-te, uma vez mais, que insisto que permaneças aí! Longe e ao mesmo tempo próximo, intangível e praticamente virtual!
Quero dizer-te, provavelmente pela primeira vez, que existe aqui dentro um lugarzinho que apenas é teu e insubstituível.
A quem lê isto, quero apenas dizer que isto será certamente apenas uma das melhores demonstrações de afecto por uma pessoa que faz a diferença na minha vida por ser simplesmente meu amigo ou indo mais longe, "a minha pessoa" :)
E isto não tem um pingo de sentimentalismo ou coisa equivalente... hahahah, just in case!
Obrigado Driven :)
Para nós - e passando sempre pela música - remember this? :)
Adoro... A música tem o poder de uma confidencialidade extrema, contudo, esta em particular, na parte do "Here's one to you, for walking in my shoes" não há margem para erro na interpretação!
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terça-feira, dezembro 15, 2009
Até onde nos leva a música...
E assim de repente, hoje, dei por mim sentada no carro em pleno transito, a ouvir algumas musicas no meu ipod que me lembram o "nosso" cantinho...
Sim, esse!
Tempos que ficaram algures pela história, sendo que só agora começo a perceber e interiorizar isso... Caramba, como é possível? Por mais voltas que desse, era ali que cedo ou tarde, iríamos parar, sem marcação ou preocupação nesse sentido. Nada!.. Era aparecer, e voilá!!!
Dei por mim a enumerar e a recordar várias músicas que me lembram tanto as noites e noites que passamos lá... sem qualquer ordem específica, apenas as NOSSAS músicas no NOSSO cantinho =)
Não teria tempo e cabeça para as enumerar a todas... mas fica esta! Esta que sem qualquer margem de dúvida, e esteja eu onde estiver a ouvi-la, remete-me o pensamento automaticamente para aquele lugar - agora decerto, tão nosso, tão único e tão intangível a qualquer outra pessoa!
Saudades!
Sim, esse!
Tempos que ficaram algures pela história, sendo que só agora começo a perceber e interiorizar isso... Caramba, como é possível? Por mais voltas que desse, era ali que cedo ou tarde, iríamos parar, sem marcação ou preocupação nesse sentido. Nada!.. Era aparecer, e voilá!!!
Dei por mim a enumerar e a recordar várias músicas que me lembram tanto as noites e noites que passamos lá... sem qualquer ordem específica, apenas as NOSSAS músicas no NOSSO cantinho =)
Não teria tempo e cabeça para as enumerar a todas... mas fica esta! Esta que sem qualquer margem de dúvida, e esteja eu onde estiver a ouvi-la, remete-me o pensamento automaticamente para aquele lugar - agora decerto, tão nosso, tão único e tão intangível a qualquer outra pessoa!
Saudades!
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segunda-feira, outubro 05, 2009
Amigos VS Amigas

Hoje acordei com a velha questão do "porque é que algumas mulheres têm aquela tendência para ter mais amigos do que amigas". Assim também como é que isso pode sequer ser criticado. Bem, e de mim poderei estar falar dado que apesar das várias amigas que tenho, salvo algumas excepções, é mesmo com os amigos que entendo muita coisa.
A verdade assim mais crua e dura de ler é que as mulheres entre si tendem a ser uma seca e quanto mais estamos juntas mais conseguimos ser "desinteressantes"... Como toda a regra, há excepção claro e eu em particular vivo felizmente com as excepções... Digo isto apenas em linha de raciocínio com aquilo que me anda a volta na cabeça - tendencia nítida ao "corte e cose" ou coisas assim tão ou mais banais. Agora lembrei-me das corridas ao shopping ou uma ida a casa de banho e um "achas que estou bem assim?"...
Mas o complicador e a dramatização de um problema que cada uma de nós poderá ter... isso sim... e o constante "cérebro em rede" que eu insisto mencionar, que para quem não sabe é a maravilha de um grupo de mulheres não saber pensar de outra forma que não seja em conjunto, em rede... Pfff and so on
Percebem certamente do que estou a falar - toda a gente sente a diferença entre uma mesa de café só feminina de uma "equilibrada".
Gosto dos meus amigos do sexo oposto, não por serem gajos no que toca a relação homem-mulher, apesar de alguns até serem bem engraçados e interessantes... mas pela leveza e facilidade em falar com eles. Pela qualidade de tempo que as vezes proporcionam. Talvez pela despreocupação que lhes é característica, acho uma excelente companhia para tudo e quando digo tudo é mesmo tudo, até para fazer coisas que não lembram ao diabo, só pelo prazer da companhia. No que toca a rir e elevar a boa disposição não há melhor... basta recordar quando contam as suas "aventuras" ou quando criticam as nossas.
Até mesmo no que toca a sentimentalismos e "ombro amigo" conseguem ser genuínos no apoio que nos dão... mesmo que te achem uma burra, dizem-to na cara com toda a intenção, sem rodeios, porque gostam de ti e não estão para paninhos quentes. Por serem também do sexo oposto as conversas neste campo tendem a ser muito completas, esclarecedoras e interessantes. São 2 partes activas num discurso, que defendem 2 grupos ao qual pertencem separadamente e que ao mesmo tempo não vivem, e nem sequer compreendem, um ao outro - é uma necessidade!
Coisas simples, mesmo simples... e pequenas, pequenas rotinas - faço-las com determinados amigos. A ida ao cinema é um clássico - sem excluir qualquer categoria, romances teem sido até os eleitos... e muita comédia!
Talvez por eu estar numa fase da minha vida em que precise compreender muita coisa e em que ao mesmo tempo não tenho metade da paciência habitual, ando rodeada de amigos e sempre dos mesmos amigos... Talvez por sentir que alguns me entendem os procure mais. Talvez por gostar simplesmente da companhia deles, nem q seja para estar sentada num sofa ou a conversar no carro, os procure mais.
Como tudo na vida gostamos de ir aonde nos sentimos confortáveis.... gostamos de estar perto de quem nos faz relaxar e de quem, por gostar livremente de nós pelo que somos e como somos, tem o cuidado de dizer coisas boas e más com o único intuito de nos ajudar a atingir o nosso BEM!
Amigos são amigos, seja qual for o sexo... nunca é demais lembrar!
Isto porque estas situações tendem também a levar aos comentários, de corredor, que como diz um amigo meu "olha já nos casaram"... O que causa um imediato sentido de humor a ambas as partes... Lá está, a facilidade em lidar com as situações e com a vida.
Para esses meus amigos... por toda a paciência, que eu no fundo sei a dose de trabalhos que sou, gosto mesmo de vocês. Também ando na "minha fase" e apelo ao sentimentalismo, mas não esquecer que comigo é um sorriso e 2 chapadas, não estiquem a corda, mau feitio não esgota nem tem cura :)
Ñão que ande muito inspirada para as escritas também... mas hoje foi o que saiu... Algo muito mais elaborado, ou não, poderá aparecer, ou não!
Mas que fique aqui beeeeeem claro, que isto é sabido e nao deverá ser novidade nenhuma... Que nós mulheres ainda assim somos mais completas que os homens... Mesmo que as afinidades possam nos levar até ao outro grupo.. não convém confundir as coisas... Mas até isso poderei falar numa outra oportunidade, ou não!
Meus amigos de sempre e para sempre, aqui sem qualquer distinção - a música dos Beatles que eu mais gosto e que canto de pulmão cheio para vocês =)
Help, I need somebody,
Help, not just anybody,
Help, you know I need someone, help.
When I was younger, so much younger than today,
I never needed anybody's help in any way.
But now these days are gone, I'm not so self assured,
Now I find I've changed my mind and opened up the doors.
Help me if you can, I'm feeling down
And I do appreciate you being round.
Help me, get my feet back on the ground,
Won't you please, please help me?
And now my life has changed in oh so many ways,
My independence seems to vanish in the haze.
But every now and then I feel so insecure,
I know that I just need you like I've never done before.
Help me if you can, I'm feeling down
And I do appreciate you being round.
Help me, get my feet back on the ground,
Won't you please, please help me.
When I was younger, so much younger than today,
I never needed anybody's help in any way.
But now these days are gone, I'm not so self assured,
Now I find I've changed my mind and opened up the doors.
Help me if you can, I'm feeling down
And I do appreciate you being round.
Help me, get my feet back on the ground,
Won't you please, please help me, help me, help me, oh.
terça-feira, agosto 25, 2009
MeSsEnGeR
--- diz (2:04):
vou contar-te uma hstória
--- diz (2:05):
tava uma cobra atras do pirilampo
--- diz (2:05):
o pirilampo fugiu ate que nao conseguiu mais e parou e perguntou a cobra...posso fazer-te 3 perguntas
--- diz (2:06):
e ela disse,,,,bem nao costmo abrir precedentes mas cm te vou comer podes perguntar
--- diz (2:06):
e o pirilampo diz
--- diz (2:06):
faço parte do teu ciclo alimentar
--- diz (2:06):
e a cobra...nao
--- diz (2:06):
fiz-te alguma coisa?!?!?e a cobra..não
--- diz (2:06):
e o pirilamp pergunta...então pra que é que me queres comer
--- diz (2:07):
e a cobra....porque nao suporte ver-te brilhar
--- diz (2:07):
suporto
XanitZ diz (2:07):
loool
--- diz (2:07):
isto é o que se passa muito por ai
:) Adorei!
vou contar-te uma hstória
--- diz (2:05):
tava uma cobra atras do pirilampo
--- diz (2:05):
o pirilampo fugiu ate que nao conseguiu mais e parou e perguntou a cobra...posso fazer-te 3 perguntas
--- diz (2:06):
e ela disse,,,,bem nao costmo abrir precedentes mas cm te vou comer podes perguntar
--- diz (2:06):
e o pirilampo diz
--- diz (2:06):
faço parte do teu ciclo alimentar
--- diz (2:06):
e a cobra...nao
--- diz (2:06):
fiz-te alguma coisa?!?!?e a cobra..não
--- diz (2:06):
e o pirilamp pergunta...então pra que é que me queres comer
--- diz (2:07):
e a cobra....porque nao suporte ver-te brilhar
--- diz (2:07):
suporto
XanitZ diz (2:07):
loool
--- diz (2:07):
isto é o que se passa muito por ai
:) Adorei!
quarta-feira, julho 01, 2009
(des)encontros
A minha vida sempre foi assim: cheia de encontros e desencontros - a ironia da vida no seu melhor!
Desde que me lembro, estive sempre "de partida" perante quem "chegava"... isto não é mais do que tenho para dizer - seja qual fôr o contexto ou perspectiva...
Numa visão prática da coisa....
Em pequena despedi-me do Brasil ainda muito cedo... deixei pequenos amiguinhos que jamais encontrarei o rasto - e pensar nisto faz parecer que foi já numa outra vida (pffff!).
Já em Portugal, muito cedo também, me despedi (pela primeira vez) de Leça da Palmeira... Já no ensino preparatório conheci Gaia, da qual me despedi (pela primeira vez) no secundário.
Reencontrei o Brasil... não as pessoas, mas sim o país... Pela falta de entrosamento com tudo e mais alguma coisa - depedi-me outra vez do país canarinho. Adolescente - queria apenas o meu mundinho e as minhas pessoas, o lugar onde o cresci e que reconhecia como sendo meu.
Reencontrei depois Portugal - reencontrei mais precisamente Leça da Palmeira - encontrei e reencontrei pessoas que ainda hoje fazem parte da minha vida (felizmente)... Alguns remetem-me aos meus 7 e 8 aninhos de idade, imaginem :) Mas ainda nesta fase da minha vida, não só geograficamente estive "de partida" para quem "chegava", mas também sempre de malas feitas e pronta para partir perante os que a mim chegavam... Aquilo a que realmente chamo desencontros da vida, mas que não vejo como tal (recuso-me).
Reencontrei Gaia... Mais reencontros...
Geograficamente foi precisamente assim... Uma atribulação de casas, escolas, cidades e até mesmo países... Reconheço que não é de todo habitual, mas falamos de uma experiência.
Para já estou aqui... até quando? Hm... Veremos!
Numa visão mais elaborada da coisa...
As pessoas... essas com uma maior velocidade entram e saem da minha vida - e nisto deverei eu reconhecer que não tenho mãos a medir com as surpresas que ela me reserva.
Tenho amigos em que as histórias de encontros e desencontros são simplesmente unicas - algumas cómicas, outras dramáticas, outras ainda caricatas e outras que chamo "do além".
Serei aqui um pouco assertiva: para todos os desencontros que converteram em encontros, toda a minha admiraçao e respeito. A opção, ou força de circunstância que levou ao desencontro e posterior encontro conotam uma convergência... Remete-me à capacidade que todos nós temos de andar para a frente, ultrapassar os obstáculos, crescer, conhecer, aceitar, aprender, evoluir... Isto sendo o mais genérica possível de forma a incluir todos os casos possíveis e imaginários.
Serei agora ainda mais assertiva: para todos os encontros que converteram em desencontros, o meu respeito mas sem dúvida a minha indiferença. Compreenda-se que o meu conceito de vida implica o hoje, o que está presente... Quem saiu, seja porque motivo fôr, já comigo não caminha ou já comigo não se cruza... Diria mesmo perda de tempo pensar nessas situações - aplico aqui o conhecido do "foi bom enquanto durou" ou um "olha temos pena".
Reitero que continua a ser uma experiência de vida... a minha perspectiva... a minha forma de pensar e ver... E no momento não encontro excepções a "estas regras".
Cada dia que vivo e talvez inconscientemente sou mais exigente, mais egoísta, mais critica e talvez menos tolerante. Vivemos dias rotineiros (pesados diria) e quando paramos queremos que de facto o nosso tempo seja rentável! Não encontro outra palavra... O desgaste fisico e psicologico deixo-o para o meu dia a dia de trabalho, sendo que cultivo o meu lado pessoal (e os meus laços pessoais) quando "paro"! Perder tempo ou aborrecer-me não poderá fazer parte disso!
Agradeço portanto a todos os que conseguem ainda hoje caminhar comigo... e que de alguma forma me reencontraram no caminho... Existem alguns que de facto são pérolas na minha vida - mais preciosas são ainda aquelas que tenho vindo a limar nos últimos tempos (fruto de desavenças e atritos do passado).
Não gosto de atribulação - mas sei que 2 pessoas quando interagem têm inevitavelmente conflitos e atritos ou no minimo choque de opiniões - a capacidade de os resolver e ultrapassar é que são o segredo.
Não sou também narcisista - mas uma amizade ou até mesmo relação sem um belo abanão, sem um não ou sem um "mas"... pa... é sopinha sem sal ou no minimo de se desconfiar. Acredito que sim!
Gosto incondicionalmente de todos os "meus" com as suas qualidades e pancas... com tudo aquilo que me tira do sério e que me faz querer "partir pratos" - se eles não fossem assim, eu NÃO gostaria tanto deles! :)
Estranho quando pensamos nestas coisas...
A ouvir música então, uma porta para o divagar da coisa... Mas é mais ou menos assim - aposto que saiu algo um tanto confuso ou whatever... Mas o album dos Placebo aqui a tocar ainda consegue me tirar um pouco da atenção... até porque estou prestes a vê-los... weee... mas va, isso são outros 500 e não temos tempo agora :)
Viva aos encontros e desencontros da vida :)
Desde que me lembro, estive sempre "de partida" perante quem "chegava"... isto não é mais do que tenho para dizer - seja qual fôr o contexto ou perspectiva...
Numa visão prática da coisa....
Em pequena despedi-me do Brasil ainda muito cedo... deixei pequenos amiguinhos que jamais encontrarei o rasto - e pensar nisto faz parecer que foi já numa outra vida (pffff!).
Já em Portugal, muito cedo também, me despedi (pela primeira vez) de Leça da Palmeira... Já no ensino preparatório conheci Gaia, da qual me despedi (pela primeira vez) no secundário.
Reencontrei o Brasil... não as pessoas, mas sim o país... Pela falta de entrosamento com tudo e mais alguma coisa - depedi-me outra vez do país canarinho. Adolescente - queria apenas o meu mundinho e as minhas pessoas, o lugar onde o cresci e que reconhecia como sendo meu.
Reencontrei depois Portugal - reencontrei mais precisamente Leça da Palmeira - encontrei e reencontrei pessoas que ainda hoje fazem parte da minha vida (felizmente)... Alguns remetem-me aos meus 7 e 8 aninhos de idade, imaginem :) Mas ainda nesta fase da minha vida, não só geograficamente estive "de partida" para quem "chegava", mas também sempre de malas feitas e pronta para partir perante os que a mim chegavam... Aquilo a que realmente chamo desencontros da vida, mas que não vejo como tal (recuso-me).
Reencontrei Gaia... Mais reencontros...
Geograficamente foi precisamente assim... Uma atribulação de casas, escolas, cidades e até mesmo países... Reconheço que não é de todo habitual, mas falamos de uma experiência.
Para já estou aqui... até quando? Hm... Veremos!
Numa visão mais elaborada da coisa...
As pessoas... essas com uma maior velocidade entram e saem da minha vida - e nisto deverei eu reconhecer que não tenho mãos a medir com as surpresas que ela me reserva.
Tenho amigos em que as histórias de encontros e desencontros são simplesmente unicas - algumas cómicas, outras dramáticas, outras ainda caricatas e outras que chamo "do além".
Serei aqui um pouco assertiva: para todos os desencontros que converteram em encontros, toda a minha admiraçao e respeito. A opção, ou força de circunstância que levou ao desencontro e posterior encontro conotam uma convergência... Remete-me à capacidade que todos nós temos de andar para a frente, ultrapassar os obstáculos, crescer, conhecer, aceitar, aprender, evoluir... Isto sendo o mais genérica possível de forma a incluir todos os casos possíveis e imaginários.
Serei agora ainda mais assertiva: para todos os encontros que converteram em desencontros, o meu respeito mas sem dúvida a minha indiferença. Compreenda-se que o meu conceito de vida implica o hoje, o que está presente... Quem saiu, seja porque motivo fôr, já comigo não caminha ou já comigo não se cruza... Diria mesmo perda de tempo pensar nessas situações - aplico aqui o conhecido do "foi bom enquanto durou" ou um "olha temos pena".
Reitero que continua a ser uma experiência de vida... a minha perspectiva... a minha forma de pensar e ver... E no momento não encontro excepções a "estas regras".
Cada dia que vivo e talvez inconscientemente sou mais exigente, mais egoísta, mais critica e talvez menos tolerante. Vivemos dias rotineiros (pesados diria) e quando paramos queremos que de facto o nosso tempo seja rentável! Não encontro outra palavra... O desgaste fisico e psicologico deixo-o para o meu dia a dia de trabalho, sendo que cultivo o meu lado pessoal (e os meus laços pessoais) quando "paro"! Perder tempo ou aborrecer-me não poderá fazer parte disso!
Agradeço portanto a todos os que conseguem ainda hoje caminhar comigo... e que de alguma forma me reencontraram no caminho... Existem alguns que de facto são pérolas na minha vida - mais preciosas são ainda aquelas que tenho vindo a limar nos últimos tempos (fruto de desavenças e atritos do passado).
Não gosto de atribulação - mas sei que 2 pessoas quando interagem têm inevitavelmente conflitos e atritos ou no minimo choque de opiniões - a capacidade de os resolver e ultrapassar é que são o segredo.
Não sou também narcisista - mas uma amizade ou até mesmo relação sem um belo abanão, sem um não ou sem um "mas"... pa... é sopinha sem sal ou no minimo de se desconfiar. Acredito que sim!
Gosto incondicionalmente de todos os "meus" com as suas qualidades e pancas... com tudo aquilo que me tira do sério e que me faz querer "partir pratos" - se eles não fossem assim, eu NÃO gostaria tanto deles! :)
Estranho quando pensamos nestas coisas...
A ouvir música então, uma porta para o divagar da coisa... Mas é mais ou menos assim - aposto que saiu algo um tanto confuso ou whatever... Mas o album dos Placebo aqui a tocar ainda consegue me tirar um pouco da atenção... até porque estou prestes a vê-los... weee... mas va, isso são outros 500 e não temos tempo agora :)
Viva aos encontros e desencontros da vida :)
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