quarta-feira, março 31, 2010

Amigas Vs Amigos - "panadinhos"

Os meus amigos... porque é que eu gosto tanto de falar com eles???
Porque são tão... ora vejam...

... diz (23:59):
mas andamento de uma semana nao e o mm que andamento de um ano
mas voces mulheres nao sao mt boas a fazer panadinhos
XanitZ diz (0:01):
panadinhos???
... diz (0:01):
panadinhos e do genero
... diz (0:02):
pana de um lado, pana do outro e sai fora antes que estorique


(eu aqui não me aguentei e tive que rir mesmo muito...)

Bandidos... tão sempre certos!!

O que se quer reter e que seja minimamente útil ou didáctico:
"Os homens são de facto melhores cozinheiros"... e depois desta não há quem me convença do contrário! :)

quarta-feira, março 24, 2010

Protect me from what I want

Tenho algo mágico que puxa por mim... Mas já o referi anteriormente e não é a questão de hoje.



Hoje confessei-te, no meio de mais uns dos nossos súbitos desabafos:
- Não sei o que quero!
- Porquê? Tens medo do quê?


Entretanto comecei a conduzir. Também eram já 21:30...
E agora... agora confesso que nem na altura nem agora encontro uma resposta aceitável, lógica ou até mesmo compreensível.
Também me deixou a pensar uma parte anterior da conversa... Neste momento conseguiste pôr-me a olhar para mim mesma, através do exterior, numa perspectiva crítica. E estou, confesso outra vez, a tentar compreender se gosto de todo ou não do que vejo...


Descobri parte da resposta e ainda estou a digeri-la. Esta será provavelmente a "boa" notícia.
Por isso, e como se estivéssemos ainda encostados aquele carro branco, rodo a cabeça para o meu lado esquerdo, onde tu estás, e elevando o olhar em direcção ao teu, esboço um sorriso. (Deverás ler aqui o meu sincero "obrigado... mais uma vez!".)


Esta música ajudou-me... Entenderás certamente!





It's the disease of the age
It's the disease that we crave
Alone at the end of the rave
We catch the last bus home

Corporate America wakes
Coffee republic and cakes
We open the latch on the gate
Of the hole that we call our home

Protect me from what I want...
Protect me protect me

Maybe we're victims of fate
Remember when we'd celebrate
We'd drink and get high until late
And now we're all alone

Wedding bells ain't gonna chime
With both of us guilty of crime
And both of us sentenced to time
And now we're all alone

Protect me from what I want...
Protect me protect me
Protect me from what I want...
Protect me protect me

Protect me from what I want...
Protect me protect me
Protect me from what I want...
Protect me protect me

quinta-feira, março 18, 2010

Poderia pintar-te um quadro que não fosse o da minha realidade, cheio de cores e com tudo que gostas... Mas jamais o farei!


...Seria demasiado fácil.

quarta-feira, março 17, 2010

estou bem sozinha, obrigado

Há coisas que, como costumo dizer e ouvir dizer entre amigos, só se conseguem "escrever" porque são de facto "paridas". Não são escritas de ânimo leve, são frases e parágrafos cheios de emoção e sentimentos muito nossos. Simultaneamente, são publicações que consomem a minha (des)carga emocional de tal forma que, quando termino, sinto um equilíbrio um quanto bizarro e indescritível.

Deve ser por isso que, por vezes, irrita-me quando há falta de inspiração ou "motor" para uma explosão de palavras, mesmo sendo eu a drama queen que muitos conhecem. (E se calhar assim sou por estar a procura de um propósito para escrever... Não sei... Também não é o que me leva a escrever hoje.)



Li a instantes uma citação de um senhor que até nem é muito do meu leque de leituras, que passo a transcrever:

«A mulher que se beijou e não se teve, que se adivinhou e não se possuiu, transforma-se para nós numa obsessão, numa preocupação doentia»

Júlio Dantas

De acordo! Aliás, eu própria adapto isto ao sexo oposto (ao meu neste caso) onde sou (fui!) exemplo da mencionada obsessão ou preocupação doentia.

Recordo-me agora de um em particular....

"Recordo-me da tua abordagem, bêbado, a procurar-me com uma desculpa diria um quanto precária... Era ainda meio da minha longa noite, daquelas minhas típicas saídas a noite "até o sol raiar" entre apenas amigos e com zero "filmes" (as que no final de contas, mais gosto!)! E tu, tu estavas decidido a não deixar passar a oportunidade de ir parar aonde eu estava.
Posso referir apenas um aspecto crucial? Aquele de que simplesmente os nossos gostos, na generalidade, divergem?.. Ok!
O problema é que me conheces... conheces-me razoavelmente bem até. Sabes que sou tua amiga, o que estabeleci para mim mesma pouco depois de te conhecer e me passar a "ilusão" do "ou algo mais". Sabes ainda até que sou uma pessoa que, quando amiga, mesmo com todo o meu temperamento 8 ou 80, não falho. Entre tanta outra coisa...
No entanto, criaste-me uma situação um quanto constrangedora. As bebidas deixam-te de facto bem disposto e isso contagia... mas ao mesmo tempo tiram-te qualquer linha de raciocínio apropriada antes de falares ou agires, como acontece com a maior parte das pessoas quando bebem.
Eu queria ir embora, aliás concordamos com isso antes de sair sequer do bar. No meio da rua paraste-me para entrar num outro bar, ouvir a música dizias tu... Jamiroquai? Não lembro bem o que estava a dar. "Dá-me a mão, vamos só ouvir esta!!!"... E eu farta de ver que não era bar algum mas sim um daqueles locais abertos até as tantas onde se pode comer - nada de gente a dançar ou tão pouco lugar para se entrar e ouvir apenas uma música - decidi entrar para ver a tua reacção e, quanto mais cedo lá entrássemos, mais cedo sairíamos, mais cedo iria eu para casa. (pelo menos foi nisto que eu acreditei).
"só uma tosta mista... A menina faz em 2 minutos, não é?" e vira-se para a empregada.
Venha a tosta mista!
Falaste-me de trás para a frente e de frente para trás em episódios pontuais, trocando-lhes até a ordem. Mantive-te no teu lugar. Provavelmente perdido no tempo, e numa linha de raciocínio que insisto frisar que não poderia sequer ser possível existir no teu estado, tentas, num piscar de olhos, me roubar um beijo sem sucesso. Expliquei-te que não. E daí, "memória para que te quero quando estou com os copos????" - fazes uma segunda investida... e até mesmo uma terceira.
Alterei o meu tom e voltei a explicar, desta vez endureci e acrescentei um "Sabes por acaso se eu tenho alguém?".
Não ficaste sóbrio, mas acabei com grande parte da tua moca.
Tanta era a "vontade" que este pequeno pormenor (pequeno??) te tinha escapado. Aqui acredito que uma linha de raciocínio, ainda que leve, percorreu o teu cérebro.
Consegui meter-te no teu lugar, não tardou estava eu em minha casa e o episódio encerrado."



Um episódio, como digo, - que pode até ter sido isolado e acredito perfeitamente que tenha sido - mas que elevou-me para um pensamento crítico sobre a "coisa".
Esta citação reavivou-me o inédito das obsessões pelo que não se consegue ter, mesmo quando apenas "queremos por querer"... E lembrou-me igualmente a outra vertente - a exclusão ou despreocupação grosseira depois de já se conseguir ter/possuir.

Isto, estas situações... endurecem-me perante a actual oferta e procura.
Tenho uma forma muito própria de gerir o meu lado afectivo e emocional e sei que sou vítima da minha posição. Contudo, quanto mais vivo, menos consigo ser de outra forma. Há muito que aprendi a ser coerente comigo mesma e com o que sinto, ainda que o que sinta ou queira não seja tangível.

É, e cada vez mais, com o peito cheio de ar e uma enorme convicção que digo e repito:

"Estou bem sozinha, obrigado."


domingo, março 14, 2010

O que Une uma Mulher a um Homem

"O que une uma mulher a um homem não passa por nada do que aparentemente vale. Passa por onde? Não, não: pode não ser por aí, embora seja fundamentalmente por aí. Porque mesmo aí outros poderiam cumprir melhor, com o acréscimo do resto. Há uma falha (uma falta) essencial na mulher que só um certo homem pode preencher. E não é necessariamente essa. O mais misterioso no domínio das relações é o que se situa nas relações amorosas. Ou seja no que há de mais íntimo, essencial, primeiro do ser humano. Um labregório qualquer, torto, bronco, cabeçudo, pode ser amado pela mulher mais divinal e inteligente e ilustrada e refinada de figura. Haverá, pois, para o homem dois mundos que não comunicam entre si e que se separam na porta do quarto. Poucos são os que a atravessam em glória — idos da rua ou para a rua."


Vergílio Ferreira, in 'Conta-Corrente 1'

sexta-feira, março 12, 2010

Uma Mulher sem Areia Nenhuma

"Tenho o santo horror da frieza calculada, da boa educação, do prudente juízo duma mulher. Aos homens pertence tudo isso, e a mulher deve ser muito feminina, muito espontânea, muito cheia de pequeninos nadas que encantem e que embalem. Meu amigo, se esperas ter uma mulher sem areia nenhuma, morres de aborrecimento e de frio ao pé dela e não será com certeza ao pé de mim... Comigo hás-de ter sempre que pensar e que fazer. Hás-de rir das minhas tolices, hás-de ralhar quando elas passarem a disparates (hão-de ser pequeninos...) e hás-de gostar mais de mim assim, do que se eu fosse a própria deusa Minerva com todo o juízo que todos os deuses lhe deram."

Florbela Espanca, in "Correspondência (1920)"

quinta-feira, março 04, 2010

Deixa-me fantasiar um pouco isto, posso?

Deixa-me fantasiar um pouco isto, posso?


Foram apenas 2 palavras... 2...
Mas posso, nem que só por esta noite, adormecer a fantasiar que ainda entras na minha vida?
Que o desencontro é apenas isso, um desencontro?
Que sentes, como eu, em cada "refresh" a ansiedade de um sinal... alguma coisa??
Que o "não me importa de onde vens desde que saibas para onde vais" ainda tenha qualquer significado?

Deixa-me dizer-te então, nesta fantasia, que tenho saudades tuas. Tenho saudades de te ver... de ouvir a tua voz... do teu olhar. Gosto do teu olhar, ainda lembras?

Deixa-me com isto fantasiar que te estou a escrever neste momento e que serás a última pessoa com quem comunico hoje e que igualmente serás a primeira pessoa com quem irei comunicar quando acordar... como aconteceu dias e dias... Que praticamente adormeço e acordo contigo.

Quero fantasiar aquilo que senti quando te conheci e quando ainda te estava a conhecer melhor dia após dia... Era bom e preenchia-me! Gostava de me sentir, hoje, desnorteada outra vez como me senti quando te encontrei nos bares pela primeira vez... uma menina.

Agora... Está a chover e tenho de me ir embora. Mas antes de ir, levas-me ao metro? Assim num abraço desengonçado, mas firme, que me faz segura. Guia-me pelos mesmos atalhos... Seguimos então, eu enfiada o maximo possivel dentro do meu casaco mas sempre envolvida no teu abraço, e tu a segurar ainda o guarda-chuva com a outra mão. Trocamos poucas palavras. Um "não queria ir embora, sabes?" devia estar escrito na minha testa. O longo caminho parece curto e rapidamente chegamos ao metro.
"Vou neste, bom jantar logo..." são as palavras que sei dizer neste momento.
O metro chega e aproximo-me mais para me despedir... Debaixo do guarda-chuva e num acto inesperado roubas-me o primeiro beijo e numa fracção de segundos estou já dentro do metro... Desta vez não equacionei sair... acredito que não cheguei sequer a partir.


Vou dormir.
Amanhã estarei certamente no meu mundo real e isto será o que acabei de mencionar, uma fantasia. :)
Mas se há coisa boa no mal de sabermos pensar demais, é justamente o podermos jogar com isso!



Beijava-te amigavelmente na testa, agora que regresso deste pequeno devaneio!
É com agrado que constato seres uma inspiração para este post :)

terça-feira, março 02, 2010



que somzão :)
...alto video e alta performance do Sr Chris Corner...

IMPEC!

domingo, fevereiro 28, 2010

Back to my game


Com o fim do mês de Fevereiro, acaba uma etapa e começa outra.
Acabou o primeiro semestre... Acabaram os exames...
Mais que isso, acabou uma fase!
Confesso que estive, mais até nas últimas semanas, em fase de adaptação a algumas mudanças na minha vida, várias delas impostas por mim mesma. Algumas pequenas, muito pequenas mesmo, outras grandes... algumas sentimentais, amorosas e até profissionais.
Não por saber de todo o que quero... mas justamente por saber o que não quero! O que não quero para mim, para a minha vida ou no meu dia a dia.

Como em qualquer projecto... terminada a fase de testes e sendo o resultado satisfatório - passamos a implementação :)

Sim, voltando ao "my game" - é com ansiedade que tenho acompanhado estas últimas semanas. Ando surpreendida comigo mesma em muita coisa e do "nada" comecei a desbloquear e a não complicar muitas situações. Do "nada" porque não foi tão fácil quanto as palavras querem parecer e parte de mim ficou de facto pelo caminho, mas conclui ser uma parte que já não me interessava ou me fizesse sequer falta.

Continuam a faltar coisas... coisas bem necessárias e elementares. Haha, sim, continua a faltar o homem do cavalo branco. Mas conclui que de nada vale a pena ficar a espera de braços cruzados e a ver a vida passar só porque não chegam. Ou então procura-las nos locais errados -Não! Consigo muito bem avançar sozinha com muitos outros projectos e sentir-me bem comigo mesma.

Esperei tempo demais pelo "ideal". Enquanto esperei pouco ou nada fiz. Enquanto esperei sinto até que pouco vivi... sabendo certamente que vivi e bem, mas sempre a faltar "um danoninho"...

Hm...

Não falo de andar mal ou coisa que se pareça... falo daquilo que quero para mim e do balanço que faço disso - entre o que queria e o que obtive. Porque de fora continuo a acreditar que quem me vê fica pela menina sorridente sempre pronta para uma festa e bem sucedida no trabalho, com acessos de drama pontuais e formatada para o romantismo! LOL eu sei, eu sei... Mas a menina é apenas a fachada de uma mulher com muito mais!

De qualquer forma, o que me importa neste momento é ter descoberto uma pequena parte dentro de mim que... sem nada faz tudo! Não vou conseguir exprimir isto melhor... Nem sei ou tão pouco me preocupo se isto faz sequer algum sentido.

Estou feliz... A expressão "o céu é o limite" tem outro sabor, sabem? :) Gostava que muitos pudessem entender o que estou aqui a tentar dizer, aliás alguns de facto vão entender... Mas os que não entendem, pa, é bom! É mesmo bom!

Estou de facto feliz! :) Mas, como sempre, quero mais! :) E estou a fazer por mais!

Só para dizer que voltei, em grande, para tudo aquilo que a vida me tiver a proporcionar e para tudo aquilo que eu quero dela :P



uma musica do CD que não para de rolar aqui deste lado... once again... que posso eu fazer? Não vai de encontro ao que eu escrevi, mas adoro a música! E é o que estou a ouvir!


terça-feira, fevereiro 23, 2010





simplesmente lindo :)

segunda-feira, fevereiro 22, 2010

"vapt vupt"


"Pertencem a 2 mundos opostos.


Cruzaram-se no acaso
Atraíram-se
Envolveram-se genuinamente...


... e nunca mais se falaram!"




Histórias que constantemente ouvimos ou até mesmo já vivemos.

Agora, também pergunto, quem disse que os opostos se atraem?


Esta música em particular, que eu adoro, remete-me a uma descrição visual idêntica a um episódio que vivi e que me está bem presente na memória... Relembrado unicamente num desabafo de uma pessoa que me é próxima, que está actualmente nesse mesmo ponto.

Para MIM, para TI e para TODOS os que se encontram ou se identificam nas palavras /entre-linhas do que escrevi... fica uma música! E que música!



You look good in leather in bars,
Breaking things, breaking hearts.
You look good in pleasure, in hotels.
Loneliness is the key to break that spell.

I am terrified, I think too much,
I get emotional when I drink too much,
I buy every cry, cause I don't trust,
I am terrified, I think too much.

In your blood, the fetish
The prize of a million teasing moments blind
Will release you from the circus, the railway
But the gravity between us will keep us safe

I am terrified, I think too much,
I get emotional when I drink too much,
I buy every cry, cause I don't trust,
I am terrified!


I am terrified, I think too much,
I get emotional when I drink too much,
I buy every cry, cause I don't trust,
I am terrified!
I am terrified!
I am terrified!
Cause I drink too much,
Cause I drank too much!


ps - particularmente, mando esta música directamente para "ti", sem que o saibas ou que algum dia a recebas... é-me apenas suficiente a intenção!

quinta-feira, fevereiro 18, 2010

open your eyes... "EU VOU"



...tell me that you'll open your eyes...

EU VOU!

segunda-feira, fevereiro 08, 2010

My tiger, my heart

Curioso é que a história já estava escrita...
Para o meu Tiger... aonde quer que ele esteja neste momento!
:)




As sweet as a plum
And lovely as dawn
Rolling its tongue over its gums
Like tiger and me
As happy as could be
Sat out on the porch
As the whole of the sky
Clouds quietly over
And it starts to cry
Softly on my shoulder
We don't want to grow up
But we have to grow up
As sad as I am
I do understand
I do understand,
It just makes me sad

My tiger my heart
We're growing apart
We're trying to be friends
But it's hard sometimes
To be friends with something
That eats butterflies
And pencil sharpeners
And i think it would be
Happier being free

My tiger my friend
My little godsend
I know someday we'll be happy again

sábado, fevereiro 06, 2010

"Há pessoas que simplesmente nunca entram no palco das nossas vidas, mas estão constantemente nos bastidores... por essas, num outro contexto, certamente nos apaixonaríamos em menos de 1 segundo! :) Eu o faria!"


quinta-feira, fevereiro 04, 2010

Se eu sou poeta, não serás tu a minha poesia???

Explosions in the sky



Adoro!
Tenho um elevado fascínio por este tipo de bandas... Que nos fazem viajar através da melodia, toda ela só instrumental... e tuuuuudo que são capazes de nos fazer sentir!

:)

quarta-feira, fevereiro 03, 2010

Confesso...


...é nestas alturas que sou egoísta ao ponto de nunca os querer deixar partir... e me esqueço do quanto poderá custar "o ficar"...


Apenas porque tentei transportar esta minha realidade para a tua... que é no mínimo incoerente e contraditória!!! Pela primeira vez sinto-a, em todo o lado, - a impotencia de sermos humanos...

segunda-feira, fevereiro 01, 2010

"Mantenho-me de lado, incapaz de fazer alguma coisa para além de observar, é uma provação, mas não digo uma palavra. De qualquer maneira, a minha natureza é de estilo silencioso. Quando criança, consideravam-me respeitadora; quando jovem chamavam-me discreta. Mais tarde, pensavam que tinha a sabedoria que só a maturidade traz. Hoje em dia o silêncio é visto como algo de estranho, e grande parte da minha raça esqueceu a beleza de dizer muito ao falar pouco."

"LOVE", Toni Morrison

segunda-feira, janeiro 25, 2010

Don't You Forget About Me




Hey, hey, hey ,hey
Ohhh...

Won't you come see about me?
I'll be alone, dancing you know it baby

Tell me your troubles and doubts
Giving me everything inside and out and
Love's strange so real in the dark
Think of the tender things that we were working on

Slow change may pull us apart
When the light gets into your heart, baby

Don't You Forget About Me
Don't Don't Don't Don't
Don't You Forget About Me

Will you stand above me?
Look my way, never love me
Rain keeps falling, rain keeps falling
Down, down, down

Will you recognise me?
Call my name or walk on by
Rain keeps falling, rain keeps falling
Down, down, down, down

Hey, hey, hey, hey
Ohhhh.....

Don't you try to pretend
It's my feeling we'll win in the end
I won't harm you or touch your defenses
Vanity and security

Don't you forget about me
I'll be alone, dancing you know it baby
Going to take you apart
I'll put us back together at heart, baby

Don't You Forget About Me
Don't Don't Don't Don't
Don't You Forget About Me

As you walk on by
Will you call my name?
As you walk on by
Will you call my name?
When you walk away

Or will you walk away?
Will you walk on by?
Come on - call my name
Will you all my name?

I say :
La la la...

segunda-feira, janeiro 04, 2010

And I knew...




... That you meant it :)